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O despertar da primavera
Ir ao teatro é tudo de bom!
Ao assistir uma peça podemos sentir ao vivo a energia vinda do palco, além de ser uma experiência bem diferente do que estamos acostumados no cinema.
Mamãe sempre nos levava para assistir espetáculos: o primeiro foi o ‘Holiday on Ice’, e me lembro que fiquei muito encantada!
Depois disso assistimos outros espetáculos e várias peças, mas confesso que ultimamente a correria do dia a dia me fizeram parar. Sinto bastante falta!
A motivação voltou com tudo ao ser convidada para assistir o musical da Broadway ‘O despertar da Primavera‘ que está em cartaz em SP. Eleito o melhor de 2009 atraiu 40 espectadores só no Rio de Janeiro !
Você conhece a peça? Vou contar um pouco:
Em 1891, o dramaturgo alemão Frank Wedekind escreveu O Despertar da Primavera, peça que descortinava o universo de um grupo de adolescentes e tocava em temas como o florescer da sexualidade, o incesto, suicídio e a opressão. Mais de um século depois, Duncan Sheik e Steven Sater inseriram o rock’n'roll na vida daqueles jovens e nasceu, em 2006, a versão musical de O Despertar da Primavera. A mistura de uma sonoridade contemporânea com um texto clássico recebeu a consagração da crítica norte-americana e oito prêmios Tony, incluindo melhor musical, melhor texto, melhores letra e música.
A versão brasileira da peça, produzida por Charles Möeller e Claudio Botelho, chegou em São Paulo após uma temporada carioca de 23 semanas, onde recebeu excelentes críticas e foi líder em indicações ao Prêmio Shell de Teatro – 2009.
Não perca tempo, curta temporada!
Informações:
Site oficial: http://www.despertarprimavera.com.br/
Teatro Sergio Cardoso
End: R. Rui Barbosa, 153 Bela Vista
Ingresso: R$ 60,00
Site : www.ingressorapido.com.br
Telefone: (11) 4003-1212

Dizem que a mulher é sexo frágio, mas que mentira absurda!
Mãe, esposa [namorada/noiva], dona de casa, trabalhadora, psicóloga nas horas vagas…enfim, ser mulher vai muito além do fato de pertencer ao sexo feminino. Significa ser forte, saber lidar com as correrias do dia a dia, ser boa profissional ( muitas vezes temos que trabalhar dobrado para provar nosso valor) e mesmo assim cuidar dos filhos com todo o amor, zelar pela educação dos mesmos, se preocupar com a casa, dar atenção ao marido e ainda lidar com TPMs todo bendito mês grrrr!
Na verdade, o dia da mulher deveria ser comemorado todos os dias!
Então por que somente dia 8 de março?
Na verdade existe um motivo:
O Dia Internacional da Mulher foi instituído em 1911. A data foi escolhida pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e Cultura) para lembrar uma manifestação organizada por operárias que reivindicavam o direito à licença-maternidade, a redução da jornada de trabalho e salários iguais aos dos homens. As operárias eram submetidas à um sistema desumano de trabalho, com jornadas de 12 horas diárias, espancamentos além de ameaças sexuais.
No dia 8 de março de 1857, a polícia reprimiu violentamente essa manifestação fazendo com que 129 tecelãs da fábrica de tecidos Cotton, de Nova Iorque se refugiassem dentro da fábrica. Os donos da empresa, junto com os policiais, trancaram-nas no local e atearam fogo, matando carbonizadas.
Mas o primeiro dia internacional da mulher foi comemorado por milhões de pessoas na Alemanha, Áustria, Dinamarca e Suíça no dia 19 de março. Porém, poucos dias depois (25 de março de 1911) houve um incêncio da fábrica da Triangle Shirtwaist, matando 146 trabalhadores, sendo sua grande maioria costureiras. O número elevado de mortes foi atribuído às más condições de segurança do edifício.
O dia internacional da mulher foi comemorado somente nas décadas de 10 e 20 sendo praticamente esquecido. Mas devido aos movimentos feministas na década de 60 ganhou força e finalmente em 1975 a data foi adotada oficialmente.
Marcos das Conquistas das Mulheres na História (fonte: Sua Pesquisa.com)
1788 - o político e filósofo francês Condorcet reivindica direitos de participação política, emprego e educação para as mulheres.
1840 – Lucrécia Mott luta pela igualdade de direitos para mulheres e negros dos Estados Unidos.
1859 – surge na Rússia, na cidade de São Petersburgo, um movimento de luta pelos direitos das mulheres.
1862 – durante as eleições municipais, as mulheres podem votar pela primeira vez na Suécia.
1865 – na Alemanha, Louise Otto, cria a Associação Geral das Mulheres Alemãs.
1866 - No Reino Unido, o economista John S. Mill escreve exigindo o direito de voto para as mulheres inglesas
1869 - é criada nos Estados Unidos a Associação Nacional para o Sufrágio das Mulheres
1870 – Na França, as mulheres passam a ter acesso aos cursos de Medicina.
1874 – criada no Japão a primeira escola normal para moças
1878 – criada na Rússia uma Universidade Feminina
1901 – o deputado francês René Viviani defende o direito de voto das mulheres
Claro que houveram avanços significativos mas muitas coisas ainda precisam mudar. É assustador o número de casos de violência sexual, discriminação além diferenças salariais.
É mulherada, a luta continua!
fonte pesquisa: IBGE, Wikipedia, Sua Pesquisa.com



















